Bueno, voltando das férias, tentando arrumar as coisas e, de cara, me deparei com uma grande "babada" minha. A principal proposta deste blog é a de ser um espaço de bate-papo e esqueci de configurar os comentários para livre publicação. Resultado: fiquei uns dias longe de computador (sabem que foi bom?) e quando voltei tinha um comentário (aliás, pra lá de lisonjeiro) esperando moderação... que mancada. Cecília, já publiquei teu comentário e já deixei liberado para publicação automática. E aproveito para agradecer a delicadeza de teres "me" incluído na tua lista de links. Valeu!
Prometo voltar em breve para mostrar uma ou duas fotinhos que tirei e trocar mais idéias.
terça-feira, 31 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Ah, a velha bagunça!
Estou quase entrando em férias, tentando pôr em dia todas as pendências. Entre elas, adivinhem: fazer backup das fotos que estão no HD. Certo, então vamos primeiro organizar, rapidamente, para que as cópias também fiquem organizadas e facilitem a recuperação dos arquivos futuramente.
Que ilusão, organizar rapidamente...
Bem, mais uma vez está provado que levamos para o mundo virtual o mesmo senso de organização que temos no mundo real. Já que minha papelada não é nenhum exemplo de organização, meus arquivos digitais refletem a mesma característica.
Estou tomando uma surra para pôr ordem na casa. Havia misturado pastas, com fotos de diferentes câmeras, minhas e de familiares. Estes últimos exemplos são os piores, pois normalmente adquirimos os arquivos com muita pressa. Situações em que aproveitamos uma visita para pedir cópia em pendrive ou por e-mail. Ou quando nos visitam levando a câmera e largamos o já tradicional: "posso copiar algumas fotos dessas em que as crianças aparecem?" Poucos são os que já fazem isso na pasta certinha, evitando futuros transtornos.
Acho que a condição padrão é criar uma pasta nova, às pressas, algo do tipo "Fotos da máquina do tio Pedro" e jogar todos os arquivos lá. Na outra visita do tio Pedro, esquecemos o que já tínhamos e copiamos boa parte novamente para a pasta recém criada "Aniversário do Pedrinho". Um pouco antes do Natal vamos à casa de um outro primo (que foi visitado pelo tio Pedro) e constatamos: "olha, tu tens fotos do Pedrinho..." Sacamos nosso pendrive e lá vamos nós de novo... criando a pasta "Cópia do Manuel - fotos Pedrinho".
Daí passam os dias, as semanas, às vezes meses ou anos sem que façamos um bom 5 S's e a bagunça está instalada!
Agora, na hora de fazer cópia de segurança, só restam duas opções: ou copiamos tudo, bagunçado como está (no meu caso, só com fotos caseiras, seriam 12 DVDs comuns de 4.7GB) ou tratamos de organizar para, principalmente, eliminar a duplicação de arquivos. E lá se foram algumas madrugadas...
Este tem sido meu maior transtorno: a duplicação de arquivos. Rodando o Picasa, constatei a razão de ter mais de 27.000 imagens no meu HD, sendo que imagino ter tirado bem menos de 10.000 fotos nos últimos cinco anos: todas (eu disse TODAS) minhas fotos estavam - no mínimo - duplicadas.
Ao menos boa parte dessa duplicação foi por um bom motivo: segurança quanto à integridade dos arquivos. Mas faltou disciplina e organização para manter um método criterioso para armazenamento e cópias de segurança.
E com vocês, como é?
Que ilusão, organizar rapidamente...
Bem, mais uma vez está provado que levamos para o mundo virtual o mesmo senso de organização que temos no mundo real. Já que minha papelada não é nenhum exemplo de organização, meus arquivos digitais refletem a mesma característica.
Estou tomando uma surra para pôr ordem na casa. Havia misturado pastas, com fotos de diferentes câmeras, minhas e de familiares. Estes últimos exemplos são os piores, pois normalmente adquirimos os arquivos com muita pressa. Situações em que aproveitamos uma visita para pedir cópia em pendrive ou por e-mail. Ou quando nos visitam levando a câmera e largamos o já tradicional: "posso copiar algumas fotos dessas em que as crianças aparecem?" Poucos são os que já fazem isso na pasta certinha, evitando futuros transtornos.
Acho que a condição padrão é criar uma pasta nova, às pressas, algo do tipo "Fotos da máquina do tio Pedro" e jogar todos os arquivos lá. Na outra visita do tio Pedro, esquecemos o que já tínhamos e copiamos boa parte novamente para a pasta recém criada "Aniversário do Pedrinho". Um pouco antes do Natal vamos à casa de um outro primo (que foi visitado pelo tio Pedro) e constatamos: "olha, tu tens fotos do Pedrinho..." Sacamos nosso pendrive e lá vamos nós de novo... criando a pasta "Cópia do Manuel - fotos Pedrinho".
Daí passam os dias, as semanas, às vezes meses ou anos sem que façamos um bom 5 S's e a bagunça está instalada!
Agora, na hora de fazer cópia de segurança, só restam duas opções: ou copiamos tudo, bagunçado como está (no meu caso, só com fotos caseiras, seriam 12 DVDs comuns de 4.7GB) ou tratamos de organizar para, principalmente, eliminar a duplicação de arquivos. E lá se foram algumas madrugadas...
Este tem sido meu maior transtorno: a duplicação de arquivos. Rodando o Picasa, constatei a razão de ter mais de 27.000 imagens no meu HD, sendo que imagino ter tirado bem menos de 10.000 fotos nos últimos cinco anos: todas (eu disse TODAS) minhas fotos estavam - no mínimo - duplicadas.
Ao menos boa parte dessa duplicação foi por um bom motivo: segurança quanto à integridade dos arquivos. Mas faltou disciplina e organização para manter um método criterioso para armazenamento e cópias de segurança.
E com vocês, como é?
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Segurança do armazenamento: um viés esquecido
Quando falamos em segurança do armazenamento, estou certo que todos pensam na integridade dos arquivos, em eventuais falhas do dispositivo de armazenamento e fatos correlatos. Mas eu quero propor uma outra abordagem da segurança do armazenamento.
Na época em que tínhamos todas as nossas fotos guardadas em álbuns, pelo menos uma preocupação não havia: se um ladrão invadisse nossa casa ou nosso escritório, muito dificilmente iria se interessar em levar álbuns de fotos de férias, batizados, aniversários, viagens ou qualquer outro tema caracteristicamente pessoal.
Mas e o teu computador, seja desktop ou notebook, não será um dos primeiros alvos deste amigo do alheio? Estou certo que sim. Por isso convido à análise da seguinte situação: temos nosso computador todo "certinho", discos rígidos independentes, cópias de segurança de todos os nossos arquivos, eventuais discos externos (plugados na nossa máquina para não dar "preguiça" de manter os backups atualizados), cds e dvds organizados em estojos junto ao computador para rápida recuperação. Ótimo! Confiabilidade e praticidade garantida. E se alguém interessado em furtar o equipamento tiver acesso a este ambiente? As chances de levar, além do computador, tudo o que encontrar por perto, que seja relacionado ao mesmo, são enormes.
Então, proponho a discussão sob este prisma. Que soluções são possíveis? Armazenamento remoto? Backups guardados em outro local? Imprimir tudo e voltar ao "velho estilo"? Acho que não há uma única solução que se possa denominar de "a correta". Também me chama a atenção o fato de não vermos discussões sob esta ótica para a área da fotografia digital amadora. Assim, provoco: vamos estudar as alternativas existentes para resolver esse problema?
E o armazenamento?
Bom, acho que todos nós, usuários "comuns" de máquinas fotográficas, já migramos definitivamente para a fotografia digital. E todos já notamos que a fotografia digital fez com que a quatidade de fotos que tiramos tenha crescido sensivelmente. Afinal, não há custo algum em tirar mais uma, mais duas ou mais cinquenta fotos de determinado objetivo, bastando descarregar tudo em casa e escolher a melhor. Porém, me responde com toda a sinceridade: tens o hábito de selecionar as melhores fotos e descartar as demais? Duvido! A quase totalidade de nós deixa todas as fotos na pasta do computador onde as descarregou.
Outra mudança no nosso comportamento está no fato de que não temos mais a necessidade de imprimir (ou "revelar") nossas fotos. Visualizá-las no computador normalmente nos basta. Assim, o disco rígido onde as imagens estão armazenadas é sua única guarda e proteção.
Desses dois comportamentos surge um novo problema: o armazenamento de nossas imagens. E é um problema que se desdobra em vários: segurança, praticidade, facilidade de uso, confiabilidade e outros.
É sobre cada um destes desdobramentos que pretendo falar nos próximos posts.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
O que é fotografia?
O que representa a fotografia pra ti? Já fizeste essa pergunta? Que papel esta intrigante atividade desempenha na tua vida?
Acho que para a maioria de nós, a fotografia se resume a um instrumento de registro de momentos importantes (às vezes nem tanto) na nossa vida. É através da fotografia que guardamos lembranças de festas, aniversários, casamentos, passeios, visitas, amigos, férias e outros tantos eventos, nem sempre bons, dos quais queremos ou precisamos manter uma recordação. Uma recordação material, palpável e fiel.
Mas a fotografia pode nos trazer muito mais do que isso. Ela pode ser muito mais do que isso. Pode se apresentar como um meio de expressão que não conhece limites. Mesmo o mais simples dos equipamentos, usado com sensibilidade, pode nos surpreeder, trazendo resultados que nos emocionam, nos tiram a fala, não apenas registrando o cenário material de um fato, mas carregando muito mais, carregando a emoção do fotógrafo e do fotografado, e arrebatando a emoção de quem vê a imagem.
Pois para mim, isso é o que representa a fotografia: uma das mais ilimitadas maneiras de expressar idéias e emoções. Não que seja fácil conseguir isso. Mas conheço gente que consegue esse resultado de uma maneira brilhante e natural. Vejam o blog deste meu amigo, por exemplo. O cara tem o mesmo equipamento que eu, explora as mesmas situações e locais e, no entanto, consegue resultados extraordinários, justamente pela sensibilidade em extrair destas ocasiões absolutamente simples e rotineiras imagens que são pura emoção.
Eu, por enquanto, sigo tentado. Quem sabe, um dia...
Acho que para a maioria de nós, a fotografia se resume a um instrumento de registro de momentos importantes (às vezes nem tanto) na nossa vida. É através da fotografia que guardamos lembranças de festas, aniversários, casamentos, passeios, visitas, amigos, férias e outros tantos eventos, nem sempre bons, dos quais queremos ou precisamos manter uma recordação. Uma recordação material, palpável e fiel.
Mas a fotografia pode nos trazer muito mais do que isso. Ela pode ser muito mais do que isso. Pode se apresentar como um meio de expressão que não conhece limites. Mesmo o mais simples dos equipamentos, usado com sensibilidade, pode nos surpreeder, trazendo resultados que nos emocionam, nos tiram a fala, não apenas registrando o cenário material de um fato, mas carregando muito mais, carregando a emoção do fotógrafo e do fotografado, e arrebatando a emoção de quem vê a imagem.
Pois para mim, isso é o que representa a fotografia: uma das mais ilimitadas maneiras de expressar idéias e emoções. Não que seja fácil conseguir isso. Mas conheço gente que consegue esse resultado de uma maneira brilhante e natural. Vejam o blog deste meu amigo, por exemplo. O cara tem o mesmo equipamento que eu, explora as mesmas situações e locais e, no entanto, consegue resultados extraordinários, justamente pela sensibilidade em extrair destas ocasiões absolutamente simples e rotineiras imagens que são pura emoção.
Eu, por enquanto, sigo tentado. Quem sabe, um dia...
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